Ele diz, "a Neurociência mostra que nosso cérebro acaba por aceitar e até mesmo procurar o padrão que mais se repete. Quando nossa mente, buscando segurança e subsistência, compara nossa vida a telejornais, telenovelas, noticiários, filmes e a tudo que as cerca, nossa mente passa a acreditar que a média dos acontecimento, que de antemão, foram tão corriqueiros apresentados, são de fato normais, aceitáveis e até desejáveis. Então, depois de tantos e tão impactantes estímulos, temos um cérebro programado para procurar e produzir uma vida "normal" e conhecida tal qual os modelos aos quais fomos expostos. Assim, resta-nos viver uma vida medíocre sem questionamentos e sem maiores expectativas. Uma vida abaixo das nossas reais possibilidades e potenciais.
Para ilustrar essa realidade imagine o seguinte caso:
Um pai de família já contagiado e contaminado por esses estímulos negativos comunicado pelo mundo ao seu redor chega á casa exausto, cansado, estressado depois de dez horas de trabalho. Ao passar pela sala, um dos seus filhos que está ouvindo música acena para o pai apenas com um sutil levantar das sobrancelhas e nada mais. Na mesma hora, uma voz interna, chamada voz da consciência, questiona esse pai que acabará de chegar a casa dizendo: "É assim que o seu filho recebe você em casa após um dia inteiro de trabalho?" E o pai imediatamente responde a voz com um tom de gozação: "Jovens, jovens. Jovens são assim mesmo. Vivem cada um no seu próprio mundo. Isso é normal". Depois de passar pelo filho, ele vai em direção a seu quarto e passa pela filha, que está atenta ao celular e não o cumprimenta. E novamente a voz interrompe seu caminhar e pergunta: "E sua filha, que não é mais tão jovem assim, não vai te cumprimentar com uma palavra ou um abraço?" E novamente ele responde: "Isso é normal". Então, no corredor da casa, ele finalmente trava o primeiro diálogo com alguém. Sua esposa, sem olhar para ele e sem entusiasmo nenhum, pergunta: "Trouxe o pão?" Dessa vez a voz fala mais forte e inquisitiva: "Nem sua esposa levanta para te recepcionar depois de um dia de trabalho?" E com uma resposta pronta ele fala: "São vinte anos de casamento. Você acha que as esposas vão receber seus maridos na porta com um beijinho, dizendo eu te amo depois de anos de casados? A vida é assim mesmo. Isso é normal".
Ao passar por toda sua família ele vai tomar banho. Ao sair, ele se dirige para a cozinha, tira seu prato do forno, senta-se á mesa e começa sua refeição silenciosa, se não fosse o barulho dos carros que vem pela janela. Novamente a voz diz: "Você vai jantar só? Toda sua família esta em casa e você vai jantar sozinho?" Ele novamente responde: "Cada um tem sua vida, seus afazeres. Você sabe que é assim mesmo. As famílias hoje em dia são assim. Isso é normal. (...)
Ele vai para o seu quarto, deita-se na cama, liga a TV e assiste a um filme de ação só para relaxar, enquanto sua esposa está vidrada em uma rede social. Agora, em tom de desespero, a voz questiona: "Você não vai conversar sobre o seu dia com sua esposa, fazer carinho nela ou fazer amor?" E de forma ríspida o homem responde a voz que questiona toda sua vida: "Você não percebe, que temos vinte anos de casados, que é assim mesmo? Todo mundo vive assim! E pela milésima vez: Isso é NORMAL! Minha esposa gosta de rede social e eu gosto de filmes de ação, e proto"
Passada uma hora, (...) a esposa já esta dormindo e ele, mesmo exausto, não sente sono, tenta dormir, mas não consegue. Desliga a TV e permanece com os olhos abertos. Sem conseguir relaxar, a alternativa é tomar um "remédio para dormir". Ele toma um comprimido, que não faz efeito. Depois de tomar o segundo comprimido, a voz já cansada de seu dono e estilo de vida pergunta mais uma vez: "Vai tomar dois comprimidos para dormir?". E também cansado de ter sua vida confrontada por essa voz que não lhe dá trégua, ele responde pesadamente: "Quem não toma remédio para dormir? Hoje em dia todo mundo toma. Isso é normal". Então, uma hora depois de tomar o segundo comprimido o sono vem. Um sono superficial, respiração pesada e uma apneia noturna assustadora.
O celular desperta indicando 6h30 da manhã. Ele levanta cansado e atrasado para ir ao trabalho e sai apressado sem se despedir dos filhos e da esposa. E a voz não perdoa e pergunta: "Você vai sair sem se despedir de seus filhos e sua esposa?". Ao que ele responde rapidamente: "Você não vê que estou atrasado, não tenho tempo para isso? Nesse mundo corrido, ninguém tem tempo para estar besteiras. É assim mesmo isso é normal".
E antes de chegar ao trabalho ele já discutiu duas vezes no trânsito, sem contar os sinais obscenos que fez para os outros motoristas que tomou a sua frente. Desta vez, a voz se calou, não perguntou nem questionou. Apenas deixou ele seguir seu caminho de todos os dias. A voz da consciência se calou, foi vencida. E no lugar dela, surge uma nova voz. Uma voz que faz piada com a própria desgraça. Uma voz negativa, irônica e justificadora.
Ao chegar ao seu trabalho, estressado e zangado, ele parou á porta, suspirou, respirou fundo e de cabeça baixa entrou. Entrou sem falar com ninguém, sem olhar para ninguém, sem cumprimentar seus colegas e foi direto para sua sala. Afinal, ele ia passar as próximas dez horas fazendo o que não queria fazer, com pessoas com quem não gostaria de estar e recebendo bem menos do que se achava merecedor. E antes que a voz da consciência o trouxessem para a sua dura realidade numa tentativa de acordá-lo para as boas possibilidades da vida, veio a voz pessimista e negativa do senso comum. E, de forma irônica e acusadora, a voz disse: "Isso é normal. Quem é que gosta do seu trabalho? A vida é assim mesmo. Tem de aguentar esse droga de trabalho chato enquanto não aparece nada melhor. Família para sustentar e contas a pagar. Isso é normal". Agora era uma voz negativa, pessimista que falava. E tudo o que ele fazia era dizer que aquilo tudo era normal.
Ao final do expediente. no começo da noite, esse homem entra no seu carro, pega os mesmo engarrafamentos e chega á sua casa. Ali, parado diante da porta, olha para baixo, respira fundo e entra. E como quem assiste ao mesmo DVD, o filme se repete mais uma vez. Mais um dia em que aquele homem vive á própria e triste rotina. Um homem que na verdade não está vivendo e sim sobrevivendo á própria vida, agindo muito mais como coadjuvante do que como o autor da história da sua vida. E por isso aceitando qualquer papel disponível.
Você conhece alguém que de uma maneira ou outra tem a vida parecida a com a do personagem acima? Você conhece alguém que vive uma vida precária ou limitada e talvez nem se dê conta disso? Você conhece alguém cuja a voz da consciência fala, grita, adverte, aconselha e implora por mudanças até o ponto de se calar? Uma coisa é certa e posso lhe garantir: NADA DISSO É NORMAL! Nós não podemos confundir o que é normal com o que é comum. Falar com a esposa friamente pode ser comum, mas não é normal. Tomar remédio para dormir pode ser comum, mas não normal. Não haver diálogo em casa pode ser comum em muitos lares, mas de jeito nenhum é normal. Estar acima do peso é comum, mas não é normal. As pessoas estão confundindo e transformando o que é comum em normal.
Não se deixe levar pelo mundo ao seu redor e o que ele comunica. Não acredite que limitação é normal. Não acredite que solidão é normal. Não acredite que tristeza é normal. Tudo isso pode ser comum e corriqueiro na vida de muitas pessoas que permitiram, por ações ou omissões, contaminar-se e cair na zona de confronto dessa pseudonormalidade. No entanto, para você que está lendo entenda que nada disso é normal. (...)
A experiência de vida e os resultados das outras pessoas pertence a elas. Nem é a sua experiência, muito menos sua realidade. Seus resultados é você quem vai produzir. Não é porque muitas pessoas vivem de determinada maneira que você também tem de viver assim. Você é dono da sua vida e deve viver de acordo com aquilo que acredita ser o melhor para você, e não da maneira que parece ser comum ás outras pessoas.
Vou narrar a seguir o caso descritos anteriormente, porém de maneira incomum e talvez pouco vivida pela maioria das pessoas. E aí sim você vai compreender o que de fato quero explicar sobre o que é uma vida normal de verdade.
Um homem chega de sua jornada de trabalho e, ao entrar em casa, seu filho mais novo corre á porta e o abraça, encosta a cabeça em seu peito, beija seu rosto e com interesse diz: "Oi, paaiii". E com um abraço e um beijo pergunta como foi o seu dia. Creia: esse relacionamento de pai e filho é normal. O pai mal consegue dar cinco passos, sua filha deixa o celular de lado e com muito carinho e doçura abraça seu pai, beija-o e o acompanha até a sala. Ao chegar á sala, é recebido pela esposa com um beijo apaixonado e um abraço terno, e com os olhos ela diz quanto o ama. mais uma vez, isso, sim é normal. Vou repetir: essa é uma vida normal. TUDO DIFERENTE DISSO É ANORMAL, DISFUNCIONAL E MEDÍOCRE. Depois de tomar banho, ele se senta á mesa da cozinha na companhia dos filhos e da esposa. E seu jantar é um momento especial de diálogo e amor em família ao redor da mesa, e não ao redor da TV. Isso é uma família normal. Depois do jantar ele se senta com a esposa á mesa da sala e juntos planejam o orçamento do mês seguinte e veem que no mês corrente também houve uma boa sobra no orçamento do mês, que usarão para investir e para realizar os sonhos da família. Acredite, isso é possível e é uma vida financeira normal. Depois de fechar o orçamento do mês, toda a família senta-se junto a mesa da sala para jogar, brincar, conversar e talvez assistir a um filme que de fato vala a pena. Não tenho como não dizer mais uma vez: "Isso é normal". Com certeza, isso não é muito comum pra a maioria dos filhos e dos pais. Verdadeiramente, porém, isso é normal. Como já disse, qualquer coisa menos que isso é anormal, disfuncional e medíocre.
Após um momento em família, é chegada a hora de dormir. O pai vai ao quarto de cada filho, faz um carinho, tem uma breve conversa particular, abençoa o sono e se despede com um boa-noite. Ele volta ao seu quarto e encontra a esposa na cama e ali eles conversam, compartilham seu dia, falam de suas dúvidas, de seus planos, de suas conquistas, sem distração da TV ou do smartphone, eles se amam com a maneira de olhar, com maneira de falar, fazer carinho e talvez até se amem fazendo sexo. O fato é que eles se amam. Isso é uma vida conjugal normal. Não importa se têm três anos de casados, quinze anos de casados ou com cinquenta anos de casados. Definitivamente, isso é o normal de uma vida conjugal.
Ele dorme cedo com uma sensação de preenchimento, de completitude, de que sua vida vale a pena ser vivida. No dia seguinte, acorda cedo, pensa em seus planos e sonhos futuros, vai fazer atividade física e depois saboreia um saudável café da manhã com boa parte da família depois vai trabalhar com entusiasmo energia. Como isso é maravilhosamente normal. Ao chegar a empresa, ele entra de maneira triunfal. Cumprimenta cada colega do trabalho com o olhar sorridente, sorriso sincero e palavras de otimismo. Ele é solícito e apoiador, querido, respeitado e reconhecido por todos como um perito no que faz. Esse homem sente enorme prazer em trabalhar e produzir. Ao acabar sua jornada de trabalho, ele é invadido por uma sensação gostosa de dever cumprido, de um dia superprodutivo. E antes de sair do trabalho, despede-se dos colegas e saí com um sorriso no rosto e ávido para chegar em casa, tudo se repete, de maneiras diferentes, mas com a mesma qualidade emocional, com os mesmo sentimentos. Essa é uma vida bem vivida, uma vida verdadeiramente normal e nada comum."
Entender a diferença entre COMUM e NORMAL, nos faz refletir e perceber como temos vivido. Você vive de maneira comum ou normal? Qualidade de vida é normal, é o que todos devemos querer e conseguir! Isso só depende de nós mesmos.
Mas como mudar de uma vida comum para uma vida normal? O primeiro passo é pensar diferente é dar valor as pequenas coisas da vida, é se importar mais com as pessoas e começar a agir com forme essa importância. Precisamos demonstrar mais ao invés de esperar que as pessoas demonstre á nós. Mudar não é fácil, mas já temos um começo, agora é só começar com passos pequenos até que voltemos todos a sermos normais.
E antes de chegar ao trabalho ele já discutiu duas vezes no trânsito, sem contar os sinais obscenos que fez para os outros motoristas que tomou a sua frente. Desta vez, a voz se calou, não perguntou nem questionou. Apenas deixou ele seguir seu caminho de todos os dias. A voz da consciência se calou, foi vencida. E no lugar dela, surge uma nova voz. Uma voz que faz piada com a própria desgraça. Uma voz negativa, irônica e justificadora.
Ao chegar ao seu trabalho, estressado e zangado, ele parou á porta, suspirou, respirou fundo e de cabeça baixa entrou. Entrou sem falar com ninguém, sem olhar para ninguém, sem cumprimentar seus colegas e foi direto para sua sala. Afinal, ele ia passar as próximas dez horas fazendo o que não queria fazer, com pessoas com quem não gostaria de estar e recebendo bem menos do que se achava merecedor. E antes que a voz da consciência o trouxessem para a sua dura realidade numa tentativa de acordá-lo para as boas possibilidades da vida, veio a voz pessimista e negativa do senso comum. E, de forma irônica e acusadora, a voz disse: "Isso é normal. Quem é que gosta do seu trabalho? A vida é assim mesmo. Tem de aguentar esse droga de trabalho chato enquanto não aparece nada melhor. Família para sustentar e contas a pagar. Isso é normal". Agora era uma voz negativa, pessimista que falava. E tudo o que ele fazia era dizer que aquilo tudo era normal.
Ao final do expediente. no começo da noite, esse homem entra no seu carro, pega os mesmo engarrafamentos e chega á sua casa. Ali, parado diante da porta, olha para baixo, respira fundo e entra. E como quem assiste ao mesmo DVD, o filme se repete mais uma vez. Mais um dia em que aquele homem vive á própria e triste rotina. Um homem que na verdade não está vivendo e sim sobrevivendo á própria vida, agindo muito mais como coadjuvante do que como o autor da história da sua vida. E por isso aceitando qualquer papel disponível.
Você conhece alguém que de uma maneira ou outra tem a vida parecida a com a do personagem acima? Você conhece alguém que vive uma vida precária ou limitada e talvez nem se dê conta disso? Você conhece alguém cuja a voz da consciência fala, grita, adverte, aconselha e implora por mudanças até o ponto de se calar? Uma coisa é certa e posso lhe garantir: NADA DISSO É NORMAL! Nós não podemos confundir o que é normal com o que é comum. Falar com a esposa friamente pode ser comum, mas não é normal. Tomar remédio para dormir pode ser comum, mas não normal. Não haver diálogo em casa pode ser comum em muitos lares, mas de jeito nenhum é normal. Estar acima do peso é comum, mas não é normal. As pessoas estão confundindo e transformando o que é comum em normal.
Não se deixe levar pelo mundo ao seu redor e o que ele comunica. Não acredite que limitação é normal. Não acredite que solidão é normal. Não acredite que tristeza é normal. Tudo isso pode ser comum e corriqueiro na vida de muitas pessoas que permitiram, por ações ou omissões, contaminar-se e cair na zona de confronto dessa pseudonormalidade. No entanto, para você que está lendo entenda que nada disso é normal. (...)
A experiência de vida e os resultados das outras pessoas pertence a elas. Nem é a sua experiência, muito menos sua realidade. Seus resultados é você quem vai produzir. Não é porque muitas pessoas vivem de determinada maneira que você também tem de viver assim. Você é dono da sua vida e deve viver de acordo com aquilo que acredita ser o melhor para você, e não da maneira que parece ser comum ás outras pessoas.
Vou narrar a seguir o caso descritos anteriormente, porém de maneira incomum e talvez pouco vivida pela maioria das pessoas. E aí sim você vai compreender o que de fato quero explicar sobre o que é uma vida normal de verdade.
Um homem chega de sua jornada de trabalho e, ao entrar em casa, seu filho mais novo corre á porta e o abraça, encosta a cabeça em seu peito, beija seu rosto e com interesse diz: "Oi, paaiii". E com um abraço e um beijo pergunta como foi o seu dia. Creia: esse relacionamento de pai e filho é normal. O pai mal consegue dar cinco passos, sua filha deixa o celular de lado e com muito carinho e doçura abraça seu pai, beija-o e o acompanha até a sala. Ao chegar á sala, é recebido pela esposa com um beijo apaixonado e um abraço terno, e com os olhos ela diz quanto o ama. mais uma vez, isso, sim é normal. Vou repetir: essa é uma vida normal. TUDO DIFERENTE DISSO É ANORMAL, DISFUNCIONAL E MEDÍOCRE. Depois de tomar banho, ele se senta á mesa da cozinha na companhia dos filhos e da esposa. E seu jantar é um momento especial de diálogo e amor em família ao redor da mesa, e não ao redor da TV. Isso é uma família normal. Depois do jantar ele se senta com a esposa á mesa da sala e juntos planejam o orçamento do mês seguinte e veem que no mês corrente também houve uma boa sobra no orçamento do mês, que usarão para investir e para realizar os sonhos da família. Acredite, isso é possível e é uma vida financeira normal. Depois de fechar o orçamento do mês, toda a família senta-se junto a mesa da sala para jogar, brincar, conversar e talvez assistir a um filme que de fato vala a pena. Não tenho como não dizer mais uma vez: "Isso é normal". Com certeza, isso não é muito comum pra a maioria dos filhos e dos pais. Verdadeiramente, porém, isso é normal. Como já disse, qualquer coisa menos que isso é anormal, disfuncional e medíocre.
Após um momento em família, é chegada a hora de dormir. O pai vai ao quarto de cada filho, faz um carinho, tem uma breve conversa particular, abençoa o sono e se despede com um boa-noite. Ele volta ao seu quarto e encontra a esposa na cama e ali eles conversam, compartilham seu dia, falam de suas dúvidas, de seus planos, de suas conquistas, sem distração da TV ou do smartphone, eles se amam com a maneira de olhar, com maneira de falar, fazer carinho e talvez até se amem fazendo sexo. O fato é que eles se amam. Isso é uma vida conjugal normal. Não importa se têm três anos de casados, quinze anos de casados ou com cinquenta anos de casados. Definitivamente, isso é o normal de uma vida conjugal.
Ele dorme cedo com uma sensação de preenchimento, de completitude, de que sua vida vale a pena ser vivida. No dia seguinte, acorda cedo, pensa em seus planos e sonhos futuros, vai fazer atividade física e depois saboreia um saudável café da manhã com boa parte da família depois vai trabalhar com entusiasmo energia. Como isso é maravilhosamente normal. Ao chegar a empresa, ele entra de maneira triunfal. Cumprimenta cada colega do trabalho com o olhar sorridente, sorriso sincero e palavras de otimismo. Ele é solícito e apoiador, querido, respeitado e reconhecido por todos como um perito no que faz. Esse homem sente enorme prazer em trabalhar e produzir. Ao acabar sua jornada de trabalho, ele é invadido por uma sensação gostosa de dever cumprido, de um dia superprodutivo. E antes de sair do trabalho, despede-se dos colegas e saí com um sorriso no rosto e ávido para chegar em casa, tudo se repete, de maneiras diferentes, mas com a mesma qualidade emocional, com os mesmo sentimentos. Essa é uma vida bem vivida, uma vida verdadeiramente normal e nada comum."
Entender a diferença entre COMUM e NORMAL, nos faz refletir e perceber como temos vivido. Você vive de maneira comum ou normal? Qualidade de vida é normal, é o que todos devemos querer e conseguir! Isso só depende de nós mesmos.
Mas como mudar de uma vida comum para uma vida normal? O primeiro passo é pensar diferente é dar valor as pequenas coisas da vida, é se importar mais com as pessoas e começar a agir com forme essa importância. Precisamos demonstrar mais ao invés de esperar que as pessoas demonstre á nós. Mudar não é fácil, mas já temos um começo, agora é só começar com passos pequenos até que voltemos todos a sermos normais.

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